Baleal [3]

Encontrar e entrar num café no Baleal em pleno inverno.
As cortinas de plástico substituem agora as antigas portas de madeira do salão do velho oeste. Entramos. Café vazio. Televisão ligada. Queridas Manhãs. Mesas compostas preparadas para o almoço. Mas tudo vazio. À frente, nas traseiras. No lado.
Ao lado do lava-loiças, um pequeno rádio ligado. Em cima da tábua de cortar carne, um pão com manteiga cortado ao meio. Numa das metades, a marca de uma dentada. Uma faca. Duas facas. Imediatamente ao lado, dois kiwis. Três laranjas por descascar e uma semi-descascada. Um recipiente grande de vidro com fruta lá dentro cortada aos bocados. Uma lata aberta a escorrer calda de pêssego. Outra faca.
Apareceu. Ele.
Fui com a mão ao bolso. Quero um café.

baleal2

No fim, como nos filmes de cowboys no faroeste, tudo acabou bem, não chegou a haver porrada.

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